quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Está chegando o Natal!




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Mais uma vez nos deparamos com a maravilhosa época do Natal!

Eu gosto de tudo no natal. Os cânticos tradicionais, as árvores, os enfeites, os presentes, as celebrações... o clima natalino me atrai. Gosto de ouvir estas músicas até mesmo fora de época...

Mas não foi sempre assim.
Talvez a infância pobre tenha sido uma das causas. Nunca enfrentei a fome, a escassez, a ausência de comida, sempre tivemos muita fartura em casa. Muitos animais, plantações, criação de aves e muita verdura e fruta. Ambiente de roça. Mas o dinheiro era muito escasso.

Eu me lembro de uma situação que hoje acho até engraçada. Houve um período em que arroz se tornou artigo de luxo em nossa casa. Vocês já pensaram em quanto custa 5 Kg de arroz? Eu particularmente acho muito barato hoje em dia, mas não o era naqueles tempos. Então, minha mãe, excelente cozinheira, preparava canjiquinha de porco, e era uma delicia... até hoje amo este prato.

Sempre tivemos compromisso com a igreja evangélica. No natal, para não passarmos no esquecimento, minha mãe preparava (ele sempre foi boa costureira também), roupas novas. Este era o nosso presente. Não havia presentes de natal, mas isto nunca nos traumatizou, nem gerou revolta em nossa vida. Tudo era resolvido com um bom prato de macarrão e salada de maionese, prato especial do final de semana.

Mas a grande beleza do natal transcendia os limites econômicos. A igreja sempre celebrava o natal e sempre estávamos lá: participando do teatro, das cantatas, dos cultos que eram realizados no exato dia do Natal. Tudo se transformava em festa! O maior presente nós tínhamos: Jesus, o Filho de Deus nos foi dado! Glória a Deus nas maiores alturas e paz na terra a quem ele quer bem!


quinta-feira, 8 de novembro de 2018

O que é feito da vossa exultação?


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Esta é a pergunta que Paulo faz as pessoas da Igreja da Galácia: “Vós corríeis bem; quem vos impediu de continuardes a obedecer à verdade” (Gl 5.7) “Que é feito, pois, da vossa exultação?” (Gl 4.15). Que pergunta mais apropriada aos nossos dias.

Vivemos num estilo de vida de desassossego e inquietação, temos cada vez mais mas estamos cada vez mais preocupados e infelizes. Ouvi certa vez esta declaração: “Daria tudo para ter um estilo de vida simples. Às vezes penso que era melhor não ter nada”. O nível de exigência social e público provoca em nós ansiedade e angústia. Temos mais, mas vivemos menos; conquistamos espaço, mas não conquistamos nosso coração melancólico”.  

É fácil perder a exultação e passar a viver vida infeliz, medíocre, fria e insensível. Paulo percebeu isto naquela pequena comunidade que ficava na Ásia Menor ainda no Primeiro Século. O apóstolo associa esta tristeza a uma distorção teológica. A forma como estavam compreendendo o evangelho.

Quando conheceram a Cristo, deixaram de servir a deuses que não eram, e experimentaram a alegria de servir ao Deus vivo. Isto trouxe grande alegria aos seus corações. Entender a obra de Cristo, experimentar a graça de Deus e o perdão de seus pecados trouxe regozijo, mas com o passar do tempo perderam a centralidade do evangelho e a essência da espiritualidade cristã. Esta distorção roubou-lhes a alegria. Deixaram de ser liberais e contentes e se tornaram indispostos e mesquinhos.

Eles perderam a alegria da fé simples e genuína do evangelho. O que aconteceu?

Eles tiraram os olhos de Cristo e esqueceram dos fundamentos de sua fé. Eles deixaram de crer em Cristo e passaram a confiar nos seus esforços pessoais. O resultado foi insatisfação, tristeza, angústia e depressão. Sem o evangelho da graça de Deus agindo em nossas vidas, perdemos facilmente a alegria.