quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Ser Generoso

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Vivemos num tempo e numa cultura que não valoriza a questão da generosidade. Este ano tem sido recessivo, com muitas dificuldades de setores empresariais, que afetam diretamente empregos e salários. Por outro lado, os cristãos brasileiros são estatisticamente um povo com dificuldade de contribuir com a igreja local, obras sociais e beneficentes.

Muitos perguntam: Qual é o valor correto para doar?  Alguns determinam porcentagens, levando em conta o princípio bíblico da proporcionalidade “No primeiro dia da semana, cada um ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade (1 Co 16.2), mas a maioria tem perdido a alegria de dar espontânea e generosamente.   É bom recordar que a melhor medida da fidelidade não é o que você dá, mas o que você retém.

Na hora de dar, não pense sobre o que você “não” tem, mas sobre o que você “já” tem. Quando sua mente está centrada em suas necessidades, há uma tendência em seu coração de diminuir o valor da oferta que você deseja dar para o Senhor.  Coloque sua mente nas coisas boas que Deus tem dado para você.  Assim fazendo, você será inclinado a dar. Isto se transforma em adoração, louvor e gratidão. Estas são atitudes que glorificam a Deus. 

Dê com alegria. Deus não tem prazer numa oferta dada com a atitude errada. “Deus ama a quem dá com alegria” (2 Co 9.7). Espere a recompensa de Deus. Jesus disse: “Dai e dar-se-vos-á…”(Lc 6.38). Aprenda a doar. Se você tem dificuldade de contribuir, ore por este assunto. Ser generoso está muito ligado ao pensamento bíblico, e faz parte de nosso discipulado, depender de Deus, e não de nós mesmos. 

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

“No bem estar dos justos, exulta a cidade” (Pv 11.10).

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Temos assistido atônitos o desenrolar dos fatos políticos entre nós. São cifras tão estratosféricas, números tão impressionantes, relatos tão surreais, que quando pensamos já ter visto de tudo, fatos novos e chocantes brotam para revelar o requinte e desdobramento da desonestidade, propina e luxúria da liderança política. Diante disto, a tendência natural é o cansaço, cinismo e descrédito que nos agride frontalmente.

Há alguma esperança para a nação? Seria possível sonhar novamente, ter orgulho da pátria? Compreendemos que o problema do Brasil não é exatamente falta de recursos, mas a malversação dos recursos públicos e inescrupulosidade de lideranças, que como abutres, desprezam e ridicularizam da justiça, zombam do bom senso e da capacidade crítica e aposta no populismo e conchavos políticos de líderes igualmente atados pelo sistema opressivo e destrutivo que os enlaça.
Vale a pena a reflexão de Pv 11.10 “No bem estar dos justos, exulta a cidade”. Governos sábios e justos trazem bem estar e equilíbrio, governos corruptos desestabilizam a economia e comprometem a saúde, segurança, educação.


Tentando olhar o aspecto positivo disto tudo podemos afirmar que o mal é como o fungo e mofo, cresce melhor nas penumbras e na escuridão. Ficamos tristes com a revelação de tanta podridão, mas se tudo isto estivesse debaixo do tapete, como tem permanecido durante anos, os efeitos deletérios destes atos continuariam a solapar a paz e o bem estar social. Será que podemos identificar os relatos que tem vindo à tona como resposta às orações que o povo de Deus tem feito pelo Brasil? Seria esta a forma divina de iniciar um processo de desconstrução/reconstrução? Esperamos que sim. 

sábado, 26 de agosto de 2017

Como Deus pode ser encontrado?


Você nunca teve a sensação desagradável de achar que Deus está distante, suas orações parecem destituídas de significado, são vazias, e simplesmente caem no esquecimento? Quando este sentimento sobrevém geralmente achamos que Deus é tão grande, complexo, misterioso e “ocupado”, que dificilmente seremos vistos por ele. Muitos desistem de orar, e vivem sob esta impressão. Deixam de buscar a Deus.

Um texto das Escrituras Sagradas faz uma promessa desafiadora: “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29.13). É impossível ter uma promessa mais clara que esta.

Precisamos buscar a Deus. Temos feito isto?

Se formos honestos veremos que buscamos com muito mais intensidade e desejo os entretenimentos, lazer, bem estar, riqueza, status, dinheiro, aplauso que a Deus. Todos estes objetos de nossa busca são ídolos do coração do homem moderno.

Mas o texto traz uma ênfase interessante: “Buscar-me-eis e me achareis, quando me buscardes de todo coração”. Preste atenção: Deus é encontrado quando o buscamos diligentemente. Infelizmente nossas orações são auto centradas, superficiais e rasas. Não é de se estranhar que Deus não seja encontrado...

A Bíblia ainda faz a seguinte afirmação em outro texto: “Invoca-me e te responderei. Anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas que não sabes” (Jr 33.3).

Quando realmente quisermos encontrar a Deus – Ele será encontrado...

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Igreja? Tô fora!

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Não é raro encontrarmos pessoas bem intencionadas afirmando que creem em cristo mas que não sentem necessidade de se envolver com uma igreja local. Elas se declaram “crentes”, mas não estão ligados a uma comunidade. Creem na igreja universal, mas não em uma igreja local; reconhecem a igreja invisível, redimida pelo sangue de Cristo, mas não acham importante a vida de comunhão, os ritos, o batismo, a Santa Ceia. Não legitimam a igreja local, tangível e histórica e são até mesmo críticos acirrados. Não sentem necessidade de ter seus filhos e netos identificados com a igreja, e obviamente não contribuem para suas obras locais, para o sustento da comunidade e envio de missionários.

A Bíblia, entretanto, demonstra que a igreja local é muito mais importante do que muitos imaginam, e que um crente saudável é membro de uma igreja saudável, na qual se prega fielmente Palavra de Deus, há uma correta ministração dos sacramentos e da disciplina de seus membros.

Somente na igreja local podemos entender a dimensão da comunhão, discernimos o corpo de Cristo e participamos da ceia. É na igreja local que somos encorajados à vida cristã e à adoração, “ovelha fora do aprisco é petisco de lobo”, na igreja exercitamos os dons, servimos, e são as igrejas locais que preservam e transmitem a fé às novas gerações, investindo recursos em obras sociais e missionárias. Membros fora do corpo estão amputados e são fantasmagóricos.

Por isto é importante a exortação bíblica: “Não deixemos de congregarmos, como é costume de alguns, antes, façamos admoestações, tanto mais quanto vedes que o dia se aproxima” (Hb 10.25).

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Fundamentos destruídos

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O Salmista indaga: “Ora, destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo?” (Sl 11.3). Nesta semana assistimos mais uma vez, passiva e apaticamente irados, o desenrolar das notícias no Congresso Nacional em Brasília. Velhos maneirismos e “rapozices” de sagazes e inescrupulosos políticos que com artimanha vendem votos para obterem favores e recursos com fins políticos e pessoais. O fisiologismo vai assumindo um descaramento cada vez mais ousado, embora saibamos que isto não é recente, já que em governos anteriores atitudes semelhantes haviam sido tomadas, como no caso do “Mensalão”.

Mais que descaramento, o que vemos é a destruição paulatina dos fundamentos. Moral e ética assumem ares de cinismo, a descompostura é imensa e o grande problema é que tais atitudes criam raízes mais profundas: os fundamentos estão estremecidos e frágeis.

Nada é mais importante num prédio que a fundação. Uma estrutura sólida é fundamental para segurança de um edifício. Rachaduras nas estruturas antecipam grandes catástrofes. Uma construção pode facilmente alterar a disposição das paredes, divisórias, decoração, mas a mudança dos fundamentos é algo profundo e muito complexo.

Corre-se grande perigo quando se perde fundamentos, valores, princípios, caráter, honestidade e integridade. O homem sem caráter despreza seus fundamentos, e a casa construída sobre a areia ruirá. Temos vivido em um país que perdeu a noção da honra e vergonha. O efeito bumerangue é implacável.

Fica o alerta para a nossa vida pessoal. Cuidado com a fundação. Paulo disse: “Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamento como prudente construtor...porque ninguém pode lançar outro fundamento além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo” (1 Co 3.10,11)


sexta-feira, 21 de julho de 2017

O caminho de todos os mortais

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Quando Davi viu que a hora de sua morte estava chegando, chamou seu filho Salomão e lhe disse: “Eu vou pelo caminho de todos os mortais. Coragem, pois, e sê homem!” (1 Rs 2.2).

A morte é o caminho de todos os homens. Não gostamos de falar sobre ela, fazemos de conta que não acontecerá conosco, entretanto, ela possui este caráter de inevitabilidade. A única certeza que realmente temos na vida é a de que morreremos. Apesar de nossas frágeis projeções e ousados planejamento, não há, de fato, garantia de que viveremos amanhã. As pessoas nos vendem seguro de vida, mas na verdade, o que compramos é um “seguro de morte”.

A morte é democrática: despreza camadas sociais, ridiculariza dos poderosos, age de forma incontida, desconsidera os prognósticos, ri da ciência, zomba dos reis. No seu furor, outra de suas estratégias está presente:  Ela não leva em conta a idade. Não existe garantia alguma de que viveremos muito. Ela age indiscriminadamente, atingindo crianças ainda no início de sua história, jovens repletos de vida, e para nos contrariar, recusando-se a levar aqueles que julgamos ter passado do horário de partirem, tanto pela condição de saúde quanto a idade.


O Rei Davi compreende claramente isto. “Este é o caminho de todos os mortais”. Não há privilegiados nem exceções. Por isto, ele recomenda ao seu filho na hora da sua partida: “Guarda os preceitos do Senhor, teu Deus, para andares nos seus caminhos”. Precisamos estar nos caminhos de Deus para enfrentar de forma segura e serena, a inevitável rota da morte.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

É confusão!

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As normas éticas da Lei do Antigo Testamento, são quase sempre acompanhadas de uma razão: “não vos voltareis para os médiuns, nem para os adivinhos; não os procurareis para serdes contaminados por eles” (Lv 19.31); “Com homem não te deitarás como se fosse mulher; é abominação” (Lv 18.22) “Se um homem tomar uma mulher e sua mãe, maldade é” (Lv 20.14), mas uma razão diferente me chamou a atenção em Lv 18.23 e 20.14: “Se um homem se deitar com a nora, ambos serão mortos, fizeram confusão”.

Determinadas atitudes devem ser evitadas, não apenas por causa de seu desvio ético, nem apenas porque agride a Deus, ou por seu caráter maligno, mas porque geram confusão.

Muitos trazem confusão para sua vida ao quebrarem os princípios de Deus. Tomam decisões controvertidas, assumem compromissos equivocados, enveredam por um estilo de vida questionável trazendo “confusão” para si mesmos.

Em Eclesiastes lemos: “Eis o que tão somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astucias” (Ec 7.29). Larry Coy parafraseou este texto da seguinte forma: “A vida é essencialmente simples, mas nós a complicamos com nossos pecados”.


Quando violamos os princípios de Deus, nos metemos em confusão, afinal, “O caminho dos perversos é como a escuridão. Nem sabem eles em que tropeçam” (Pv 4.19). Cuidado com seu relativismo moral que te leva a fazer as coisas do seu jeito sem considerar as consequências. Isto traz confusão!