sexta-feira, 29 de julho de 2016

A Igreja e a Cidade


O tema da Escola Dominical em Julho foi A Igreja, Cidade e Eu. Durante este tempo analisamos os fundamentos bíblicos sobre a cidade, as áreas da cidade que precisam ser objeto de cuidado, os dons como instrumentos dados por Deus à sua igreja para o serviço, e hoje consideraremos o grande desafio de ser uma igreja para a cidade.

A Bíblia recomenda que oremos pela nossa cidade. A exortação de Jeremias ainda hoje possui uma enorme relevância.  "Orai pela cidade, porque na sua paz tereis paz" (Jr 29.7). Uma cidade dominada por um governo justo e sábio traz benefícios para todos só seus cidadãos. A Bíblia também recomenda que oremos pelas autoridades. "Antes de tudo, pois, exorto que se use a pratica de suplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito" (1 Tm 2.1-2). Orar deve ser um item fundamental na agenda da igreja, já que ele afirma, "antes de tudo".

Outro aspecto importante é olhar para a cidade, não tentando descobrir quanto ela pode nos dar, mas quanto poderemos dar-lhe. Muitas pessoas se aproximam do Executivo como se ele fosse um generoso doador. Na verdade, como cristãos, deveríamos nos aproximar tentando descobrir o que podemos dar. Muitos cidadãos e alguns deles cristãos, poluem as ruas, jogam papéis no chão, depredam bens públicos, desvalorizam o que é feito pelo governo, oferecem e aceitam subornos, outros tantos exercem mal a cidadania, cuidam mal de sua cidade. O cristão deveria ter o melhor jardim de sua casa, cuidar bem do lixo que coloca na porta, ser um guardião do bem público, e não se aproximar como alguém a quem o Estado precisa lhe dar algo. Esta aproximação é viciosa e prejudicial para o bem público. Se ocuparmos alguma função, que sejamos benfeitores. Ao sermos chamados para tal vocação deveremos exercê-la com integridade.


Rev Samuel Vieira

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Mantendo a esperança


Nos livros de J. K. Tolkien “a Sociedade dos anéis”, a frase mais presente é: “Acabou-se a esperança!” Todos os cenários eram lúgubres e os personagens, místicos, enigmáticos ou assustadores e o império das trevas vai se organizando de tal forma que parece não existir qualquer chance de continuar existindo, mas no meio do caos sempre surgia uma possibilidade e alternativa, e o mal, de alguma forma não prevalecia. Tolkien era católico, homem de fé que inspirou C. S. Lewis, evangélico, na produção da série “As Crônicas de Nárnia”.  

É fácil perder a esperança, principalmente se temos tendência ao pessimismo ou a depressão. Quando as coisas perdem o controle, agitados e emocionalmente instáveis, fazemos associações negativistas que fatalmente nos fazem pensar que não haverá saída para a situação, mas como diz a música popular brasileira: “Mas é claro que o sol, vai brilhar amanhã”. Da mesma forma que as más notícias chegam e o mal precisa ser encarado, exorcizado e confrontado, a presença de Deus se faz nítida no vale da sombra da morte, e não precisamos temer mal algum, porque o Bom Pastor estará conosco, e sua vara e cajado nos consolam.

Acho extremamente lúcida e carregada de fé a frase do salmista: “Eu creio que verei a bondade do Senhor na terra dos viventes. Espera pelo Senhor, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo Senhor” (Sl 27.13-14). Em dias sombrios, nas horas em que as carregadas nuvens transformam o céu em chumbo, tonalidade pesada, é bom afirmar com fé e convicção: “Eu creio que verei a bondade do Senhor”. No meio da tempestade, podemos ainda manter a esperança, fortificar o coração e esperar no Senhor.  


terça-feira, 5 de julho de 2016

Igreja, Cidade e Eu


No mês de Julho, todas as palestras no culto da manhã serão voltados para o papel da igreja, e sua participação e envolvimento na sociedade. Os desafios e oportunidades são imensos.

Na primeira palestra, Dia 10/07, Estaremos refletindo sobre a natureza da Igreja. Como a Bíblia descreve seu papel, e o que Deus tinha em mente ao estabelecer sua igreja na terra. Por que Jesus decidiu “edificar” este igreja. Qual era seu plano?

No dia 17/07, falaremos sobre os desafios da igreja em relação à cidade. Quais são as áreas nas quais a igreja é chamada por Deus para influenciar. São seis áreas: Oração, evangelização, comunhão, diaconia, politicidade e meio ambiente. Como podemos dinamizar esta relação com a urbis?

No dia 24/07 o tema será voltado para os dons e ministérios da igreja. Você tem ideia dos dons que possui? Como Deus “desenhou” e “arquitetou” esta igreja. Você já encontrou seu lugar e saber identificar seu papel na missão estabelecida por Cristo para o seu corpo?

No dia 31/07, aproveitando os ensejos do aniversário da cidade de Anápolis, faremos um painel sobre a realidade da Presbiteriana Central. “De onde estamos e onde queremos chegar”. Se você deseja saber dos programas e oportunidades de serviço na igreja, e como a liderança da igreja tem refletido sobre o futuro, vale a pena conferir.

Venha participar conosco!


Rev. Samuel Vieira