Eu não sei como você tem se sentido ao ouvir o
noticiário em nossos dias, mas eu confesso que ele me tem deprimido um bocado,
são tantos escândalos e tragédias, tanta dor, tanta corrupção eu me sinto
desanimado.
A um dos membros de nossa igreja que é da
Polícia Federal fiz recentemente um comentário em tom de brincadeira: ‘‘Para de
prender gente senão Brasília vai parar...´´
O problema com as notícias que temos é que
elas são sempre ruins. Há um ditado que diz: ‘‘notícia ruim anda rápido’’. O
que dá notícia são as calamidades, o sinistro, o feio. Jornais e revistas
deveriam decidir não publicar fotos de bandidos, mas de pessoas que servem à
sociedade; mas o que dá ibope é o trágico.
Além disto, as notícias são velhas, não são novas.
O Petrolão e o Mensalão é um repeteco do Watergate, dos talibãs corruptos dos
tiranos de Uganda e Biafra, da máfia italiana, de El Capone em Chicago.
O mal se reproduz, se copia, repete...
Os anjos, ao anunciarem o nascimento de Cristo
falam de ‘‘Boas Novas de grande alegria’’. São boas e são novas. Não são ruins
nem velhas. Que esperança, que consolo, que alegria podemos ter ao ouvir isto.
Afinal, Jesus nasceu entre nós, este Deus-menino se fez gente na história
humana, e, ‘‘para a terra que estava aflita não continuará a obscuridade. Deus,
nos primeiros
tempos, tornou desprezivel a terra de Zebulom
e as terras de Naftali (Regiões historicamente abandonadas pelos poderosos
daqueles dias), mas, nos últimos, tornará glorioso o caminho do mar, além do
Jordão, Galiléia dos gentios (a quem os judeus menosprezavam por achar que Deus
não se importava com eles), (Is 9.1). Estas são as Boas Novas do Natal.
Samuel Vieira
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