quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Virando a página


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Não é fácil virar a página da história!

Nesta semana acompanhamos todo o desenrolar da impeachment da Presidente Dilma. Entre achaques, casuísmos, acusações, vitimismo, dramas e manipulações, aconteceu de tudo. Sinceramente esperamos que uma nova página seja construída, apesar da pouca confiança que, lamentavelmente, depositamos na liderança política do Brasil. Mas é preciso virar a página.

Os fatos midiáticos revelam como é difícil fazer transições e avançar. Primeiramente, porque não há culpados!!! Só inocentes. Em nenhum momento vimos confissões. Scott Peck, celebrado psiquiatra americano afirma que “a ausência de confissão é típica nas pessoas da mentira”, e que o mal nunca consegue ser vencido porque não se confessa, ele se camufla, muda o perfil, mas não se confronta. O mal, diz Peck, é como o fungo e o mofo, só proliferam nas sombras e na penumbra, por isto, o mal se fortalece na mentira e na negação, e “a mentira é a moda contemporânea mais perene” (Pondé).

O evento histórico da nação se revela em cada um de nós. Precisamos de confissões e sinceridade para avançar. É preciso virar a página do engano, da perene mentira, do ressentimento e ódio e caminhar. Não adianta culpar a sociedade, a igreja, o marido, os pais, e muito menos, Deus. Tais atitudes nos paralisam, já que o ressentimento provê infinitas justificativas para más ações.


É preciso seguir em frente. Caminhar. Por isto Paulo afirma: “Esquecendo-me das coisas que para trás ficam, e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”.

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