quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Traga Deus para perto



O Senhor é bom



O Senhor é tardio em irar-se

 


“O SENHOR é longânimo e muito paciente, mas o seu poder é imenso; o SENHOR não deixará impune o culpado.” (Na 1.3)

Um dos atributos de Deus é sua longanimidade. Sua demora em irar-se, de tratar o pecador com tolerância e serenidade. Deus é paciente! Não perde seu controle emocional com provocações, não reage com impetuosidade, não é alguém de “pavio curto.” Esta é a causa de não sermos consumidos. “O Senhor é compassivo e misericordioso, mui paciente e cheio de amor.” (Sl 103.8) Se Deus contabilizasse e reagisse aos nossos pecados, não subsistiríamos?

Sua paciência pode ser interpretada como complacência, e muitas vezes, nós que somos pecadores, achamos que seriamos mais justos na aplicação da justiça que o próprio Deus. Não é sem razão que encontramos várias vezes, especialmente no livro de Salmos, homens de Deus indagando: “Até quando, Senhor?” Esta pergunta revela certo grau de impaciência.  O tempo de Deus parece não ser o nosso tempo e queremos que sua justiça seja aplicada de forma mais rápida e imediata. Precisamos entender, entretanto, que o Deus justo não deixa de tratar o pecado com seriedade. O pecado agride a Deus. Ele não deixa impune. O pecado é uma ofensa grave à sua santidade e precisa ser julgado.

Por isto Jesus foi julgado na cruz. Ele estava satisfazendo a justiça de Deus e morrendo em nosso lugar. Ele nos substituiu. Nós seriamos eternamente condenados por causa de nossas transgressões, mas Deus fez cair sobre Jesus a iniquidade de todos nós. (Is 53.4,5) com seu sangue ele pagou o preço de nosso pecado e nos redimiu. A ira de Deus se revela na cruz. Jesus é o Cordeiro de Deus que voluntariamente se dispõe a pagar o preço de nossa redenção nos livrando da condenação eterna e nos apresentando justos aos olhos de Deus. 

Espiritualidade Integral



Ingratidão



segunda-feira, 11 de maio de 2026

Sadios na fé

 


Chuvas de Primavera




“Peça ao Senhor a chuva de primavera, pois, é o Senhor quem faz o trovão, quem manda a chuva e lhes dá as plantas do campo.” (Zc 10.1)

Moramos no Centro Oeste do Brasil, e o período de estiagem é bem longo, faz parte do ciclo da natureza. Ele vai de Maio a Setembro. Durante estes meses, poucas e raras chuvas caem sobre a terra, mas quando eventualmente uma destas chuvas tardias acontece, é um motivo de muita alegria para nós e para a natureza. Todos nos sentimos revigorados.

Em Israel, as chuvas da primavera, ou “chuvas serôdias”, caiam antes da colheita dos cereais, e eram fundamentais para o amadurecimento do fruto. Quando isto não acontecia, toda produção agrícola ficava seriamente comprometida. Várias vezes estas chuvas estavam associadas a um despertar espiritual e à provisão  divina (Jl 2.23; Tg 5.7. Dt 11.14; Jr 5.24).

O mesmo acontece com o Sertão do Nordeste Brasileiro, longas estiagens são muito complicadas para o sertanejo e trazem graves danos à economia local. O sertanejo anseia pela chuva que não vem, a agricultura e a pecuária sofrem danos profundos e a economia perde seu vigor. Precisamos de chuva para as plantas crescerem, surgirem as flores, os frutos amadurecerem e termos uma boa colheita! Sem a chuva, todo cultivo fica seriamente ameaçado.

Muitas vezes percebemos que nosso coração está seco e vazio, como terra árida precisamos que Deus regue o nosso interior. Outras vezes percebemos como a sequidão tira o vigor em nossa casa e na igreja. Precisamos destas chuvas para abundantes colheitas.

Deus é quem derrama estas benditas chuvas. Peça ao Senhor que ele envie as benditas chuvas de primavera!