Dentre as muitas características descritas sobre os líderes de igreja, o apóstolo Paulo afirma que era necessário que tivessem “domínio de si” (Tt 1.7). Ele não fala do líder que domina coisas externas, ambientes e situações, que faz grandes negócios, e que tem o controle e supervisão de grandes equipes e empresas, mas de alguém que é capaz de ter controle sobre seu próprio coração, reação e emoções.
“Melhor é o homem paciente do que o guerreiro, mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade.” (Pv 16.32 NVI). De fato, podemos até ser capazes de enfrentar grandes lutas externas, mas será que somos capazes de controlar nossos impulsos, fobias, temores, insegurança, raiva, ira e medo, dentre tantos sentimentos?
Domínio próprio é um dos frutos do Espírito Santo. Nossas reações revelam o que vai dentro do coração, e a qualidade da árvore plantada em nós. Uma pessoa sem controle do próprio coração, dominada por vícios, taras, paixões, ambições ou medo, é como uma represa com uma brecha, prestes a se romper.
Precisamos ter domínio do nosso coração, mas por ser obra do Espírito Santo, o primeiro passo é arrepender de nosso descontrole emocional, nos aproximarmos de Cristo e pedir ao Espírito Santo que nos dê um espírito inabalável. Domínio próprio é possível quando nos sujeitamos a Deus e deixamos que ele nos controle.
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