“Eu o envio... para que ele lhes fortaleça o coração” (Col 3.8).
Sempre encontramos dois tipos de pessoas na nossa caminhada: Tóxicas ou encorajadoras. Daqui cinco anos você será a mesma pessoa, exceto pelos amigos que você tem e pelos livros que você lê. Amigos e livros mudam nossa trajetória e nos fazem perceber novos ângulos na vida. Para o bem e para o mal. Encontrar alguém que anima o nosso coração é uma benção maravilhosa.
Paulo afirma: “Alexandre, o ferreiro, lhe causou grandes males”, mas fala com palavras emocionantes de um personagem quase esquecido na Bíblia: Onesíforo, que "muitas vezes me confortou e não se envergonhou das minhas cadeias". (2 Tm 1.16) Ele trazia ânimo, consolo, alegria, e se arriscava por Paulo, não o abandonando enquanto estava preso.
No texto citado no início deste artigo, vemos que Paulo decidiu enviar Tíquico para se encontrar com as pessoas que moravam em Colossos. Uma de suas tarefas seria “fortalecer o coração das pessoas”. Que função divina! Deus sempre intervém usando pessoas para trazer esperança e nos animar.
Amizades tóxicas são destrutivas, desanimam, desencorajam. Pessoas encorajadoras, nos tiram da depressão, nos fazem esquecer as lutas, nos ajudam a sorrir e ver possibilidades onde víamos problemas.
Que tal se exercitar nesta linda tarefa de encorajar outros e ao mesmo tempo se afastar de pessoas perniciosas, descobrir novas amizades? Quem sabe a sua grande dor, desânimo, tristeza, não tem sido agravada por falta de encorajadores?
Existe uma frase que diz: "Um amigo fiel é uma poderosa proteção; quem o achou, descobriu um tesouro". Amigo é alguém que nos lembra que não precisamos carregar o boleto da vida sozinhos. A amizade não é um luxo, mas uma estratégia de sobrevivência. Paulo não teria terminado a carreira sem o "médico amado" Lucas ou o encorajamento de Barnabé.

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