"Vejam, eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e terrível dia do Senhor.
Ele fará com que os corações dos pais se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais; do contrário eu virei e castigarei a terra com maldição. " (Ml 4.5-6)
Estes são os últimos versículos do Antigo Testamento e encerram com uma grave advertência e uma maravilhosa promessa. É como se Deus estivesse deixar ao povo uma nota de rodapé, um post-scriptum”. Algo que eles não poderiam esquecer. Depois do livro de Malaquias, segue-se o chamado “período intertestamentário”, ou “do silêncio de Deus.” Entre este livro e o Novo Testamento, são 400 anos, sem qualquer texto bíblico reconhecido pela igreja como canônico.
Qual é a advertência? Pais e filhos precisam se converter um ao outro, para que a haja benção sobre a terra e ela não seja amaldiçoada. Que maldição pode ser maior que a hostilidade e indiferença de filhos com os pais? O distanciamento afetivo em família é uma das maiores fontes de neuroses e doenças mentais. Produz agressividade, depressão, raiva e ódio. Já viram como é triste uma família na qual os pais não conseguem conversar com os filhos?
Qual é a promessa?
O grande “profeta”, Jesus, seria o agente da conversão do coração dos filhos aos pais. É uma obra sobrenatural, resultado da operação de Deus. Ele mesmo faria isto. Curiosamente, o primeiro milagre de Cristo se dá num casamento (Jo 2). Não fica claro que há uma “intencionalidade” divina em tudo isto? Lares precisam de conversões. Famílias que vivem sem prazer e sabor, precisam experimentar o vinho novo que é produzido por Jesus e pelo poder do Espírito Santo.
Que grande promessa nos tem dado o Senhor? Pais e filhos que amam o Senhor, deveriam orar pedindo para que esta promessa seja sempre uma realidade em suas vidas. Nada revela mais a conversão a Deus, (conversão vertical), que a conversão de nossos corações uns aos outros.
Ele fará com que os corações dos pais se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais; do contrário eu virei e castigarei a terra com maldição. " (Ml 4.5-6)
Estes são os últimos versículos do Antigo Testamento e encerram com uma grave advertência e uma maravilhosa promessa. É como se Deus estivesse deixar ao povo uma nota de rodapé, um post-scriptum”. Algo que eles não poderiam esquecer. Depois do livro de Malaquias, segue-se o chamado “período intertestamentário”, ou “do silêncio de Deus.” Entre este livro e o Novo Testamento, são 400 anos, sem qualquer texto bíblico reconhecido pela igreja como canônico.
Qual é a advertência? Pais e filhos precisam se converter um ao outro, para que a haja benção sobre a terra e ela não seja amaldiçoada. Que maldição pode ser maior que a hostilidade e indiferença de filhos com os pais? O distanciamento afetivo em família é uma das maiores fontes de neuroses e doenças mentais. Produz agressividade, depressão, raiva e ódio. Já viram como é triste uma família na qual os pais não conseguem conversar com os filhos?
Qual é a promessa?
O grande “profeta”, Jesus, seria o agente da conversão do coração dos filhos aos pais. É uma obra sobrenatural, resultado da operação de Deus. Ele mesmo faria isto. Curiosamente, o primeiro milagre de Cristo se dá num casamento (Jo 2). Não fica claro que há uma “intencionalidade” divina em tudo isto? Lares precisam de conversões. Famílias que vivem sem prazer e sabor, precisam experimentar o vinho novo que é produzido por Jesus e pelo poder do Espírito Santo.
Que grande promessa nos tem dado o Senhor? Pais e filhos que amam o Senhor, deveriam orar pedindo para que esta promessa seja sempre uma realidade em suas vidas. Nada revela mais a conversão a Deus, (conversão vertical), que a conversão de nossos corações uns aos outros.
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